Vamos falar sobre o MST, MTST e FNL... Não vai ser agradável.
O movimento dos trabalhadores rurais sem-terra (MST), o movimento dos trabalhadores sem teto (MTST) e a frente nacional de luta campo e cidade (FNL), são movimentos de caráter político e social que apesar de suas diferenças possuem duas características em comum: A primeira é a luta pela reforma urbana/agrária com o objetivo de dar moradas a seus membros e aos necessitados. A segunda é a total violência, desrespeito a propriedade privada e caráter criminoso com que eles levam sua agenda “solidária”, realizando invasões de terras produtivas, prédios e construções que estão a venda e não abandonados, além de práticas de extorsão e roubo dos itens das propriedades e uso de tribos indígenas para dificultar o processo judicial de recuperação das terras ocupadas.
Nada representa melhor a frase "de boas intenções o inferno está cheio" do que os movimentos de luta pela reforma urbana/agrária. Eles surgem da ideia de luta por algo que seus próprios defensores não buscam e não se interessam em fazer, utilizando métodos dos mais sórdidos para garantir seus objetivos e deixarei meu ponto extremamente claro, citando exemplos conhecidos e os motivos pelos quais todos os três movimentos citados deveriam ser criminalizados.
A começar pelo fato de que, apesar de se tratarem de movimentos de cunho social político, sua organização deveria possuir um CNPJ como tantos outros movimentos de mesmo cunho. Ao não possuírem um, o movimento não pode ser juridicamente afetado por denúncias, processos ou cobranças judiciais, o que o mantém a margem de nossa estrutura legal e impede ações maiores contra eles. Só este ponto já deveria ser considerado o suficiente para classificar os movimentos como criminosos, mas o que é feito a partir daqui, é ainda pior.
O MST, principalmente, é responsável por invadir fazendas produtivas, destruir propriedades e plantações, causando prejuízos enormes a produção agrícola e a cidadãos que fazem parte do grupo de pequenos produtores rurais, que perderam tudo para os atos criminosos e terroristas do movimento. Em alguns casos, a decisão judicial para reintegração de posse é rápida, mas isso nos leva a uma estratégia ainda mais nefasta do movimento, que é o uso de indígenas.
Para garantir a manutenção da terra ocupada, muitas vezes o movimento invade uma propriedade, se retira dela, colocando em seu lugar, tribos indígenas. O problema aqui é que judicialmente, terras que originalmente pertenciam a indígenas (que é a desculpa usada) podem acabar demarcadas, o que leva a brigas judiciais muito mais longas e das quais, normalmente, pequenos produtores que perderam tudo não tem como manter.
A maior demonstração de que falta interesse ao PT, um dos maiores defensores do movimento, de realizar uma reforma agrária se dá no fato de que juntos, os governos Lula e Dilma (2003 a 2016) cederam cerca de 270 mil títulos de terra, enquanto os governos Temer e Bolsonaro (2016 a 2022) cederam cerca de 570 mil títulos. Apesar de ter paralisado o assentamento de famílias e da não abertura de editais para desapropriação de terras, o número de famílias auxiliadas durante os dois últimos citados, ainda foi consideravelmente maior (um comparativo com os dados de titulação, assentamento de famílias e números de editais para desapropriação será feito em breve).
O maior exemplo da perversidade destes movimentos está em um de seus líderes, José Rainha, que acumula processos e condenações judiciais que vão desde desvio de verba pública que deveriam ser direcionadas para a reforma agrária, até extorsão para devolução de terras ocupadas.
Hoje no congresso nacional, existe uma requisição de CPI que necessita de assinaturas, protocolado pelo deputado Kim Kataguiri (SP), para investigar o MST. Espero que nosso congresso não vire os olhos frente a todos os ocorridos dos últimos tempos e
https://recordtv.r7.com/sp-no-ar/videos/mst-deixa-fazenda-depois-de-destruir-laranjal-em-sp-04062022
https://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc02099808.htm
https://www.poder360.com.br/justica/policia-prende-jose-rainha-lider-de-movimento-agrario/
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